Regresso

Amargo é o tempo em que te espero.

Em pequenas compotas cítricas

Teu beijo se esvai, teu abraço fica frio,

Mais distante, distorcido.

Longas noites eu te esperei 

E no vão da janela te espreitei em penúria.

Entorpecentes lembranças

Adormeceram min’ alma tão vazia de ti.

Exaurida, minha face postada aos céus

No fecundo ventre onde as estrelas nascem,

Desencantou, empalideceu no manto da noite

Que insiste em não deixar o Sol acordar.

Bordo arrepios em preto e branco,

Iludo-me a programar-te em mim.

Sou o eterno expoente de um só verbo…

“Amar-te”

Apenas um Escritor ✍️💭

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